Ora aqui vem mais um manifesto que já se impunha. Mas como mais vale tarde do que nunca e ainda por cima me sinto moralmente obrigado a transmitir estas coisas aos mais desatentos, cá vai.
Tudo isto parte da velha expressão "quem conta um conto acrescenta um ponto". Na realidade, a história que nos chega aos ouvidos, se for passada de boca em boca, quase sempre é diferente da história original, como aconteceu na realidade. Os boatos aparecem assim devido a estas imprecisões. De facto quando ouço uma história tento relatá-la com total exactidão tal qual me foi contada, tentando evitar isto, mas saberei que quem ma contou o fez de igual forma?
Para garantir que a história contada foi realmente como se passou, o orador deverá acrescentar no final da sua narrativa um "ninguém me contou, eu vi". Só assim estou certo que quem fala, fala a verdade e não expressa uma verdade adulterada. Na falta dessa expressão, ou simplesmente na falta de um "ninguém me contou" (porque a parte do "eu vi" já está implicita na expressão anterior), quem ouve o relato terá desde logo que interpelar o seu interlocutor com um "Contaram-te ou viste tu?". Isto, óbvio, se tiver algum interesse em saber se o relato é fidedigno. E logo se saberá...
Portanto, para garantir a verdade de qualquer história há que acrescentar no final esse filtro de mentiras chamado "ninguém me contou".
Veredicto final:
Potencial de utilização - 10/10 [é inclusivamente obrigatório]
Primeiro impacto - 5/10 [fraco. geralmente quem ouve pela 1ª vez não percebe logo e tem que perguntar "o quê?" ou "como?"]
Durabilidade - 10/10 [isto, claro, se gostar de saber como as coisas são mesmo]
Manifestos de palanque: a pensar na verdade desde Janeiro de 2004 (para os mais distraídos foi quando este blog apareceu)!
Palavras, palavrinhas e palavrões de uma pequena minoria dentro de uma elite ainda mais pequena... Se quiser partir alguma coisa envie por correio para: partemtudo@netcabo.pt
Mostrar mensagens com a etiqueta manifestos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta manifestos. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, novembro 23, 2007
quinta-feira, novembro 22, 2007
Manifestos de Palanque #2 - Comparativas directas
Seguindo na senda dos Manifestos de Palanque, iniciados faz pouco tempo, venho agora falar das frases comparativas directas aquando da apreciação da acção de alguém em determinada situação. Principalmente se essa acção, apesar de se desejar frutífera, é inócua ou pouco mais do que insignificante.
Vamos iniciar então pelo mais óbvio que o português tem. Qualquer expressão com um nível intelectual assinalável provém, obrigatoriamente, do maior poço de cultura de cultura do pais: o futebol. Quando tenho esta riqueza ao meu lado, porquê andar a pensar em coisas novas? Basta adaptá-las! Assim, vamos ter por exemplo a expressão: “Estou muito grato ao clube A, onde cresci muito como homem e como jogador”.
Agora vamos adaptá-la a situações do dia a dia. Quando alguém podia ter feito uma coisa que não fez, pode-se dizer “como homem, falhou” ao qual se acrescenta sempre uma 2ª expressão sem sentido e muitas vezes uma 3ª expressão para rematar. Note-se que uma 3ª expressão para rematar abrilhanta sempre a coisa. Esta é a única regra que não tem excepção.
Passemos agora a uma caso prático. “Esqueci-me de trazer dinheiro para pagar as coca-colas”. Como utilizar uma expressão socialmente aceitável nesta ocasião, isto é, como usar as comparativas directas aqui? Simples:
a) 1ª frase: não trouxe o dinheiro. “Como homem, falhou”
b) 2ª frase: uma expressão sem lógica para aqui – caso mais comum, usar-se o “centro de mesa” como objecto que não faz nada, apenas está ali para ornamentar – “como centro de mesa, cumpriu”
c) 3ª frase, opcional - mas intelectualmente não só necessária como revigorante, aqui já fica ao critério de quem diz: “mas como alicate, já vi melhor”. Não é preciso ter sentido, o importante é a lógica gramatical estar presente.
Em resumo e juntando as três expressões teremos que o sujeito, ao não trazer o dinheiro para pagar as coca-colas, como homem, falhou, como centro de mesa, cumpriu, mas como alicate já vi melhor.
Para finalizar, é óbvio que existem outras expressões que podem ser aqui incorporadas, principalmente na frase para rematar como "fez doutrina", "deixou a desejar" ou ainda "sente-se incompleto". Como estas tantas outras.
Veredicto final:
Potencial de utilização - 8/10 [Alto. Na realidade tudo é comparável, é só surgir a situação propícia]
Primeiro impacto - 2/10 [Fraquíssimo. Só realmente quem for iluminado perceberá à primeira uma comparativa directa. Carece de explicação adjacente, quase de certeza.]
Durabilidade - 7/10 [Eventualmente poder-se-á esquecer da aplicação das comparativas directas numa ou outra situação. Nada de grave, mas a evitar]
Agora vamos tentar todos que se fale português correcto por esse país fora, pode ser?
Vamos iniciar então pelo mais óbvio que o português tem. Qualquer expressão com um nível intelectual assinalável provém, obrigatoriamente, do maior poço de cultura de cultura do pais: o futebol. Quando tenho esta riqueza ao meu lado, porquê andar a pensar em coisas novas? Basta adaptá-las! Assim, vamos ter por exemplo a expressão: “Estou muito grato ao clube A, onde cresci muito como homem e como jogador”.
Agora vamos adaptá-la a situações do dia a dia. Quando alguém podia ter feito uma coisa que não fez, pode-se dizer “como homem, falhou” ao qual se acrescenta sempre uma 2ª expressão sem sentido e muitas vezes uma 3ª expressão para rematar. Note-se que uma 3ª expressão para rematar abrilhanta sempre a coisa. Esta é a única regra que não tem excepção.
Passemos agora a uma caso prático. “Esqueci-me de trazer dinheiro para pagar as coca-colas”. Como utilizar uma expressão socialmente aceitável nesta ocasião, isto é, como usar as comparativas directas aqui? Simples:
a) 1ª frase: não trouxe o dinheiro. “Como homem, falhou”
b) 2ª frase: uma expressão sem lógica para aqui – caso mais comum, usar-se o “centro de mesa” como objecto que não faz nada, apenas está ali para ornamentar – “como centro de mesa, cumpriu”
c) 3ª frase, opcional - mas intelectualmente não só necessária como revigorante, aqui já fica ao critério de quem diz: “mas como alicate, já vi melhor”. Não é preciso ter sentido, o importante é a lógica gramatical estar presente.
Em resumo e juntando as três expressões teremos que o sujeito, ao não trazer o dinheiro para pagar as coca-colas, como homem, falhou, como centro de mesa, cumpriu, mas como alicate já vi melhor.
Para finalizar, é óbvio que existem outras expressões que podem ser aqui incorporadas, principalmente na frase para rematar como "fez doutrina", "deixou a desejar" ou ainda "sente-se incompleto". Como estas tantas outras.
Veredicto final:
Potencial de utilização - 8/10 [Alto. Na realidade tudo é comparável, é só surgir a situação propícia]
Primeiro impacto - 2/10 [Fraquíssimo. Só realmente quem for iluminado perceberá à primeira uma comparativa directa. Carece de explicação adjacente, quase de certeza.]
Durabilidade - 7/10 [Eventualmente poder-se-á esquecer da aplicação das comparativas directas numa ou outra situação. Nada de grave, mas a evitar]
Agora vamos tentar todos que se fale português correcto por esse país fora, pode ser?
quarta-feira, novembro 21, 2007
Manifestos de Palanque #1 - "É como se faz lá fora."
Eis senão quando, quando menos se esperava, é satisfeita a esperança de muitos [mais ou menos 8 pessoas]... É inaugurada uma nova rubrica. É sempre bonito inaugurar uma rubrica. Para já porque a palavra "rubrica" é do mais espectacular. Depois, e não só, mas também, porque ninguém sabe bem o que é uma rubrica. Mas passava agora a explicar o intuito da corrente e mais-recente rubrica. Trata-se só de passar, de mão-beijada (mais uma expressão que...enfim...) para o mundo, numa atitude de clara não-inveja, certas expressões/situações de linguística que prevêm, lado-a-lado com documentos como a F.O.L.H.A., ornamentar/embelezar/aparvalhar a maneira como se fala. Para evitar mais perguntas e pôr fim à chuva de e-mails [2...] que nos "inundou" só com este parágrafo, passo a enunciar a característica de esta rubrica. Contrariamente à F.O.L.H.A., cujo objectivo se prende apenas com o abrilhantamento daquilo que se diz, tornando muito mais agradável qualquer momento de interlocução entre dois indivíduos, a idéia presente num Manifesto de Palanque pode, "com jeitinho", ir mais além de isso. Tem inclusivamente a capacidade de transformar, sob determinadas e raras situações, a experiência das relações humanas numa experiência insuportável (mesmo quando bem ou mal entendida...no entanto pode ser insuportavelmente positivo ou insuportavelmente negativo...num e noutro caso respectivamente). O objectivo de um conceito expresso em Manifesto de Palanque pretende não só tornar mais difícil a compreensão do sujeito que a emprega pelo sujeito que a escuta mas também, quando as condições o permitem criar uma amizade de infância instantânea entre esses dois seres-humanos. Um quasi-código só que ao mesmo tempo anti-código. Compreendo no entanto que tudo, como sempre, fica mais fácil, com exemplos, pelo que passaria a dar um. Que dá pelo nome de manifesto número um. [que giro. rimou...]
Tive a certeza, ao lê-lo, que o conceito inerente ao título do anterior "post" não poderia ficar por mais tempo guardado apenas entre as pessoas que se dão ao luxo de o utilizar "de propósito"... Falo, sim, da inigualável expressão "como se faz lá fora", quiçá a única expressão digna de ser a número um deste quasi-código, apenas para quasimodos. Evidentemente, a sua origem é não apenas desconhecida como é até, inclusivamente, inrastreável. Pelo que não vou perder mais tempo com esta história da origem. Mas se for a ver bem...gostava mesmo muito de saber quem foi/conhecer o primeiro indivíduo que, sem ter ouvido tal expressão em parte alguma e tomando conhecimento de determinada situação, esta lhe mereceu nada mais nada menos que a seguinte exclamação: "É como se faz lá fora!" [...] Já para não falar que também teria sido bastante agradável ver as caras das pessoas que a ouviram no local... Mas prossigamos...
Não lhe chegaria porventura ser de origem desconhecida, esta expressão gere-se ainda por um sentido dúbio absolutamente único entre suas pares. Analisemos semanticamente:
"como se faz" - até aqui tudo bem, uma clara de comparação de atitudes/modus operandum, uma simples e directa comparação entre esta situação e uma outra. [...] Se bem que pode ser muito parvo incluir num comentário sobre determinada situação, muito menos numa boa, que é o acontece na maior parte dos casos, uma comparação com algo que já se conhece/viu, na medida em que retira à partida todo e qualquer possível carácter de unicidade à situação... Portanto a conclusão a que chegamos sobre esta primeira metade da sentença é que, ainda a "procissão vai no adro" e já está a ser estúpido. Perfeito.
"lá fora" - se já estava mal...pior ficou. [e ninguém esperava que tivesse melhorado. ainda bem. não melhorou mesmo. =] "lá fora"?! Mas como assim? "Lá fora", aonde exactamente? Na rua? Na garagem? No jardim em frente à casa das pessoas? Mas o que haverá de tão melhor no muro do vizinho que não há ali...? Fica aqui a idéia que a expressão pretende adjudicar um carácter redutor inequívoco à comparação. Mas será que é "lá fora"="no estrangeiro"? Ah...lusitana pátria a quanto obrigas. Este eterno sentimento de menor dimensão relativamente àquilo que vemos/apreendemos quando nos deslocamos a outros países e continentes. Então neste caso, fica-nos a garantia [dúvidas houvesse...] de a expressão se revestir de um carácter implicita e explicitamente português. Se calhar o ilutstre leitor já ouviu mas...não me parece que haja um senhor em Sevilha a esta hora a exclamar: "Eh mira!!! Eso es como se hace la fuera!!! Marabilloso!!" Do mesmo modo, fico com sinceras dúvidas que algum dia tenha uma menina de 17 anos, residente em Toulouse, dito algo como: "Mon dieu! Mais c'est pas possible! Ça c'est comme on fait dehors!!! Magnifique!". Podia mesmo alongar-me relativamente a este tipo de exemplos, mas temo que as conclusões seriam as mesmas e que manteria convicta a certeza que nunca existiu nenhuma pessoa em Brighton com a lucidez de comentar algo da seguinte forma: "I can't believe it! That's how they do it outside!". Não sei bem explicitar o porquê...mas a verdade é que não soa bem.
Existe uma outra variante da expressão que pode/deve ser utilizada caso a utilização de esta primeira comece a ceder com o tempo."Ah! É como se vê lá fora!".
As conclusões tiradas anteriormente adaptam-se sem grandes dificuldades a esta última. Com o acréscimo de ser ainda mais redutor pois sempre ouvi dizer que "ver é com os olhos, menino Nélson!". É mais numa senda assim a modos que mesmo superior: "Ah é como se vê, nem sequer se pode tocar..."
Portanto daqui em diante agradecia que toda e qualquer situação fosse pelos queridos leitores arrematada/comentada com a expressão "É como se faz lá fora".
Ainda alguns exemplos [dentro do exemplo que é este número um...]:
Pessoa A: "Ei olha lá a categoria da lata nova da superbock, ó Pedro Paulo!"
O Leitor: "É como se faz lá fora... Lá fora só se vê latas vermelhas."
Pessoa B: "Eia Júlio, trem de cozinha novo?! Sim senhor!"
O Leitor: "É como se faz lá fora. Lá fora só usam aço temperado."
Pessoa C: "Ui que chove tanto! Já viste, Mário Augusto?"
O Leitor: "É como se vê lá fora. Lá fora nunca chove menos que 10 cm por milimetro cúbico. Dizem eles que se é para chover menos que isso, preferem não chover."
Veredicto final:
Potencial de utilização - 10/10 [quantidade de situações em que se pode utilizar]
Primeiro impacto - 9/10 [quantidade de gargalhada expelida por uma pessoa que se debate pela primeira vez com a expressão, empregue fora da situação normal.]
Durabilidade - 8/10 [é possível aplicar mais de 600 vezes e continuar a ter piada?]
Serviço público 120%...como se faz lá fora.
Tive a certeza, ao lê-lo, que o conceito inerente ao título do anterior "post" não poderia ficar por mais tempo guardado apenas entre as pessoas que se dão ao luxo de o utilizar "de propósito"... Falo, sim, da inigualável expressão "como se faz lá fora", quiçá a única expressão digna de ser a número um deste quasi-código, apenas para quasimodos. Evidentemente, a sua origem é não apenas desconhecida como é até, inclusivamente, inrastreável. Pelo que não vou perder mais tempo com esta história da origem. Mas se for a ver bem...gostava mesmo muito de saber quem foi/conhecer o primeiro indivíduo que, sem ter ouvido tal expressão em parte alguma e tomando conhecimento de determinada situação, esta lhe mereceu nada mais nada menos que a seguinte exclamação: "É como se faz lá fora!" [...] Já para não falar que também teria sido bastante agradável ver as caras das pessoas que a ouviram no local... Mas prossigamos...
Não lhe chegaria porventura ser de origem desconhecida, esta expressão gere-se ainda por um sentido dúbio absolutamente único entre suas pares. Analisemos semanticamente:
"como se faz" - até aqui tudo bem, uma clara de comparação de atitudes/modus operandum, uma simples e directa comparação entre esta situação e uma outra. [...] Se bem que pode ser muito parvo incluir num comentário sobre determinada situação, muito menos numa boa, que é o acontece na maior parte dos casos, uma comparação com algo que já se conhece/viu, na medida em que retira à partida todo e qualquer possível carácter de unicidade à situação... Portanto a conclusão a que chegamos sobre esta primeira metade da sentença é que, ainda a "procissão vai no adro" e já está a ser estúpido. Perfeito.
"lá fora" - se já estava mal...pior ficou. [e ninguém esperava que tivesse melhorado. ainda bem. não melhorou mesmo. =] "lá fora"?! Mas como assim? "Lá fora", aonde exactamente? Na rua? Na garagem? No jardim em frente à casa das pessoas? Mas o que haverá de tão melhor no muro do vizinho que não há ali...? Fica aqui a idéia que a expressão pretende adjudicar um carácter redutor inequívoco à comparação. Mas será que é "lá fora"="no estrangeiro"? Ah...lusitana pátria a quanto obrigas. Este eterno sentimento de menor dimensão relativamente àquilo que vemos/apreendemos quando nos deslocamos a outros países e continentes. Então neste caso, fica-nos a garantia [dúvidas houvesse...] de a expressão se revestir de um carácter implicita e explicitamente português. Se calhar o ilutstre leitor já ouviu mas...não me parece que haja um senhor em Sevilha a esta hora a exclamar: "Eh mira!!! Eso es como se hace la fuera!!! Marabilloso!!" Do mesmo modo, fico com sinceras dúvidas que algum dia tenha uma menina de 17 anos, residente em Toulouse, dito algo como: "Mon dieu! Mais c'est pas possible! Ça c'est comme on fait dehors!!! Magnifique!". Podia mesmo alongar-me relativamente a este tipo de exemplos, mas temo que as conclusões seriam as mesmas e que manteria convicta a certeza que nunca existiu nenhuma pessoa em Brighton com a lucidez de comentar algo da seguinte forma: "I can't believe it! That's how they do it outside!". Não sei bem explicitar o porquê...mas a verdade é que não soa bem.
Existe uma outra variante da expressão que pode/deve ser utilizada caso a utilização de esta primeira comece a ceder com o tempo."Ah! É como se vê lá fora!".
As conclusões tiradas anteriormente adaptam-se sem grandes dificuldades a esta última. Com o acréscimo de ser ainda mais redutor pois sempre ouvi dizer que "ver é com os olhos, menino Nélson!". É mais numa senda assim a modos que mesmo superior: "Ah é como se vê, nem sequer se pode tocar..."
Portanto daqui em diante agradecia que toda e qualquer situação fosse pelos queridos leitores arrematada/comentada com a expressão "É como se faz lá fora".
Ainda alguns exemplos [dentro do exemplo que é este número um...]:
Pessoa A: "Ei olha lá a categoria da lata nova da superbock, ó Pedro Paulo!"
O Leitor: "É como se faz lá fora... Lá fora só se vê latas vermelhas."
Pessoa B: "Eia Júlio, trem de cozinha novo?! Sim senhor!"
O Leitor: "É como se faz lá fora. Lá fora só usam aço temperado."
Pessoa C: "Ui que chove tanto! Já viste, Mário Augusto?"
O Leitor: "É como se vê lá fora. Lá fora nunca chove menos que 10 cm por milimetro cúbico. Dizem eles que se é para chover menos que isso, preferem não chover."
Veredicto final:
Potencial de utilização - 10/10 [quantidade de situações em que se pode utilizar]
Primeiro impacto - 9/10 [quantidade de gargalhada expelida por uma pessoa que se debate pela primeira vez com a expressão, empregue fora da situação normal.]
Durabilidade - 8/10 [é possível aplicar mais de 600 vezes e continuar a ter piada?]
Serviço público 120%...como se faz lá fora.
Subscrever:
Mensagens (Atom)