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sexta-feira, dezembro 14, 2007

O efeito bola de ping-pong num idioma milenar

Na mesma linha de pensamento posso aplicar o texto da verdadeira história do nascimento do treuze à verdadeira história do "escupir", expressão muitas vezes ouvida nas aldeias, em vez de "cuspir". Senão, experimentem dizer "cuspir" com uma bola de ping-pong na boca. Vão ver que o efeito é verdadeiramente espectacular. Não é nada que a Paula Bobone recomende, é certo, mas nem por isso deixa de ser único.

Resta saber é como é que existem bolas de ping-pong em quantidade nas aldeias para se ouvir sempre "escupir". Das duas uma: ou todos têm uma bola na boca permanentemente (que atendendo ao modo como muitos falam é o mais lógico) ou ainda não perceberam bem porque é que têm em casa uma mesa verde com uns riscos brancos, uma rede pequena ao meio (lamentam-se de ser pequena pois assim já não dá para fazer um mini-galinheiro para a nova geração de pintaínhos que aí vem) e duas raquetes pequenas, embora estas dêem muito jeito para levar algumas coisas ao forno.

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